sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Resenha: A Batalha do Apocalipse

Olá, senhoras e senhores. Como este é um blog literário, já passava da hora de dar mais espaços às resenhas de livros que já li. A primeira foi de Simplesmente Ame, de Joice Lourenço, autora independente assim como eu. Desta vez irei falar sobre o livro de autor nacional já famoso e reconhecido, principalmente no meio nerd, Eduardo Spohr. O primeiro livro dele que eu li e adquiri foi A Batalha do Apocalipse: Da Queda dos Anjos ao Crepúsculo do Mundo. Nunca tinha ouvido falar do livro ou do autor até dar de cara com a obra na livraria Saraiva em Juiz de Fora. Quando li a orelha e vi que era um autor nacional, na hora resolvi comprar, e em poucas semanas eu devorei o livro.


Sinopse Oficial: Há muitos e muitos anos, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, erguendo armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.


Mais eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedon, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra Medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana: é também uma jornada de conhecimento, épico empolgante, repleto de lutas heróicas, magia, romance e suspense.

O que eu achei: Cara, não tem palavras para descrever o livro além de FODA! É uma parada épica, que fez e ainda faz o sucesso merecido não é à toa. Quem lê e tem imaginação vê em sua cabeça uma super produção de cinema, batalhas épicas e lutas absurdas. Fora que a trama foi muito bem bolada e o autor ainda consegue inserir um romance no meio. Não canso de ler e reler, e digo que hoje Eduardo Spohr e seu universo são os meus maiores influenciadores. Foi depois de ler esse livro e ver que um autor nacional está dando certo, que me animei e A Caçada do Imortal deslanchou.

Personagens favoritos: De longe é o vilão Apollyon. É aquele tipo de vilão que não quer poder, dinheiro (claro, é um anjo), nada além de tocar o foda-se e destruir. Não é à toa que tem a alcunha de O Destruidor. Eu o compararia ao Vegeta em matéria da sua rivalidade com o protagonista Ablon, mas Apollyon não tem um lado bom, é perverso até o final!

O que eu não gostei: Do Lúcifer. Sei lá, acho que foi mesmo a intenção do autor deixar ele meio... caricato. Mas em alguns momentos ele é engraçado de tão ridículo, e sem querer dar spoiler, ele tem um final bem... merecido!

Recomendo: Porra, nem preciso, o livro já é best-seller há tempos... Mas se alguém ainda não leu, tá perdendo tempo... Assim como Hollywood, que ainda não procurou o autor para transformar em filme. Iria ficar MUITO FODA!


Em postagens posteriores, falarei sobre as duas obras seguintes do autor: Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida e Filhos do Éden - Anjos da Morte.