domingo, 24 de novembro de 2013

Lobisomens Selvagens

Selvagens


Apesar de todos os lobisomens nascerem humanos, os selvagens não se conformam com o fato e abraçam seu lado animal. São lobisomens que vivem em alcateias isoladas nas poucas áreas selvagens que existem no mundo destruído da metade do século XXI. Por isso mesmo, os selvagens são, literalmente, uma espécie em extinção. Calcula-se que existam pouco mais de mil lobisomens selvagens no mundo todo. Alguns deles vivem nas poucas tribos indígenas que restam, no interior da selva amazônica ou da africana, únicos locais em que os índios não foram “ocidentalizados”. Os mais radicais, após a transformação, passam o resto de suas vidas na forma de lobo, transformando-se em lobisomem apenas para caçar ou enfrentar um inimigo poderoso, e nunca voltando à forma humana. A organização destes lobisomens é bem mais simples que a dos urbanos.



Ômega
Diferente dos urbanos, o ômega de uma alcatéia selvagem é tratado não só como filhote, mas como inferior. Sempre obrigados a comer as sobras da caça e os ossos, a andar na retaguarda da matilha e a se submeter à vontades dos mais velhos, os ômegas tem que lutar muito para subir de status dentro da alcatéia.

Delta
Os deltas da alcatéia selvagem tem a mesma função dos deltas urbanos. São a principal força do grupo, executam as leis e as vontades do beta e do alfa, e são mais bem tratados que os ômegas. O número de deltas é mais reduzido, já que as alcatéias selvagens são bem menores.

Beta
Ao contrário dos urbanos, só existe um beta em uma alcatéia selvagem. Ele é o vice líder, o segundo em poder e em tudo dentro da alcatéia. Cabe a ele disciplinar os ômegas e controlar os deltas.

Alfa

O líder supremo da alcatéia. É dele a melhor parte da caça, ele é quem realiza o primeiro ataque, e faz tudo em nome do seu grupo. A posição de alfa também é vitalícia, e se ele comete algum erro, é imediatamente morto e devorado pelos seus subordinados, sendo que a primeira mordida é do beta.